"Amor pra mim é aquela vontade da gente se fundir com o outro até o mundo terminar. Tem um quê de desespero, pois a gente tem medo da perda. Tem um quê de descontrole, pois ninguém tem domínio de um sentimento tão puro quanto esse. Tem um quê de coragem, porque a gente passa por cima de muitas coisas. Tem um quê de paciência. Tem um quê de cumplicidade. Tem um quê de segredo. Tem uma pitada de muitas coisas."
Clarissa Corrêa.  (via thiaramacedo)
"No fim, a gente aprende que tudo pode ser vivido só uma vez. Uma coisa ruim me faz te abraçar forte. Aí eu entendo quando as pessoas dizem que amando a gente abraça o mundo, porque, pelo menos aqui e agora, meu mundo inteiro é você. Meus pés são a parte de mim que mais tenho vergonha e foi justamente por ali que você começou a fazer amor comigo. Como se iniciar pelo meu pior fosse um jeito de dizer que me aceitava, que me queria de qualquer jeito, azar se desde guria sempre fui a última a ser escolhida, do amor a times de vôlei. Você disse que eu tinha uns pés lindos, mas lindo mesmo fica você quando mente pra mim. É cedo pra dizer, ou tarde demais pra fugir."
Gabito Nunes.    (via pronuncio)
"Por isso, eu te peço. Me provoque. Me beije. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso."
Clarice Lispector.  (via inverbos)
"Insegura de você."
B. Damasceno (unrepaired)
"Quando você começa a não se importar, as coisas começam a ficar mais fáceis."
Gossip Girl. (via inverbos)
"Não é sempre que a gente pode ter o que quer."
A Culpa é das Estrelas.   (via lettres-a-paris)
"Vai ver eu lia histórias demais. Porque vivia pensando em outras que não a minha. Lá pelas tantas da madrugada, quando não havia chance de ninguém ler meus rodeios pelo buraco dos olhos, eu imaginava por alguns minutos embaçados como seria ser outro alguém que não eu. Depois espantava esse nevoeiro todo com as mãos e cerrava os olhos num segundo, porque eu sempre fui feliz assim, lembrava. O silêncio e a escuridão reinavam mais uma vez entre as cobertas. Quando via, me sorria um outro amor que não o meu, e que certamente não existia, mas que cantarolava uma dessas bandinhas de garagem que ninguém escuta, mas que sempre embalaram o meu coração. E esse amor, que não era o meu na vida do lado de fora, também me escrevia poesia e fotografava rosas na minha vida do lado de dentro. Vai ver eu via fotografia demais. Porque nesses flashs corriqueiros tudo me sorria mais bonito, com cores mais intensas, como se fossem retratos feitos em um desses parques temáticos, onde o mundo parece outro até na cor do céu. Nesses flashs eu aparecia com outras roupas, que não as minhas, e com outros sonhos. Que talvez fossem meus, porém guardados do lado de dentro. Eu aparecia e nem tinha o mesmo nome, nem esse rosto assim tão frágil. Fechava os olhos para não me ver assim tão alguém que não eu e me beliscava a mão para manter os pés bem presos à cama e dentro das meias. Tudo bem. Eu continuava tendo o mesmo cheiro de shampoo de antes. Ainda vestia o mesmo pijama de poá. O meu amor ainda era o mesmo, que não sussurrava bandinhas bonitas e nem entoava poemas. Os meus vestidos floridos continuavam no armário. Vai ver eu pensava demais."
Rio-doce (via rio-doce)